29 de maio de 2015

[Resenha] Desafio de Ferro, Magisterium #1

Nossa, oi! HAH
Tudo bem, galera?
Não sei quantos anos não apareço aqui que acho que eu devo até me apresentar de novo. 
"Oi, Thaïs, tudo bem? :D"

Eu andei com vontades e mais vontades de fazer uma resenha de um livro, mas sem exatamente saber qual. Ontem, eis que resolvo ler o novo livro da Cassandra Clare com a sua melhor amiga Holy Black, O desafio de ferro (Magisterium #1).
 O Desafio de Ferro - AMIGOS E INIMIGOS. PERIGO E MAGIA. MORTE E VIDA.
A maioria dos garotos faria qualquer coisa para passar no Desafio de Ferro. Callum Hunt não é um deles. Ele quer falhar.
Se for aprovado no Desafio de Ferro e admitido no Magisterium, ele tem certeza de que isso só irá lhe trazer coisas ruins. Assim, ele se esforça ao máximo para fazer o seu pior... mas falha em seu plano de falhar.
Agora, o Magisterium espera por ele, um lugar ao mesmo tempo incrível e sinistro, com laços sombrios que unem o passado de Call e um caminho tortuoso até o seu futuro. 

(Não faço ideia do motivo do quote ficar todo dividinho assim, foi mal galera)

Callum Hunt é um garoto por volta dos seus 12 anos com um pai um tanto paranóico quando se trata de magia. Então, quando Callum recebe um convite (ou algo do gênero) para fazer os testes da escola de magos, seu pai entra em desespero e o convence que o melhor que se pode fazer é falhar. Além de, claro, enfiar muitas teorias da conspiração na cabecinha do pobre menino.

Acho que o parágrafo acima resume bem o começo do livro e não quero falar muito mais que isso porque eu não acerto a dose de spoilers na maioria das vezes.

A primeira coisa que eu pensei depois de um certo tempo de leitura foi: Não era nada disso que eu estava esperando. Não tive experiências com a Holy Black, mas conheço a Cassandra de outros carnavais (lê-se: Instrumentos mortais e afiliados) e confesso que, depois de uns probleminhas com as suas outras histórias, fique um tanto receosa para começar a leitura. Me surpreendi.

Para começar, na minha cabeça era mais um livro distópico pra completar o desfile. Contudo, porém, entretanto, todavia, a história é muito mais chegada a Harry Potter e Percy Jackson do que a Jogos Vorazes, ou qualquer outra franquia do gênero. Claro que quando digo que ela é chegada a Harry Potter, eu realmente quero dizer que há elementos semelhantes, ou melhor dizendo, idéias parecidas de organização e tudo mais. Isso não desmerece o trabalho nem um pouquinho.

A narrativa foi absurdamente gostosa de se ler. Eu tenho uma atração a palavras simples que seguem um fluxo certo. Colocar a frase de ponta a cabeça para parecer vinda de 1900 não me atrai muito, e esse livro tinha as palavras praticamente medidas em balanças de tão harmônicas que ficaram. Claro, que devemos agradecer ao responsável pela tradução que fez um ótimo trabalho.

Uma das coisas que não me deixaram muito felizes, no entanto, foi o envolvimento leitor x personagem. As meninas conseguiram apresentá-los de uma maneira decente, mas não houve nada que me fizesse sentir mais uma pequena simpatia por cada um, o que é realmente um pouco chato, principalmente em um livro "infantil". Mas acho que podemos sempre contar com o segundo livro saindo em algum momento. Neste caso, nos EUA, no dia 1 de setembro deste ano ♥.

Ah, claro, no final tem um lindíssimo plot twist! Nada que você vá arrancar os cabelos, roer as unhas e gritar "E AGORA, MAMÃE?!", mas é uma parte muito bacana de conflito e entendimento geral sobre a vida do personagem principal. O chato é que você pode ter uma ideia do que as autoras possam ter em mente pro resto dos livros e acabar com a surpresa.

Eu curti de montão (:D) o livro e espero que gostem também. <3
Beijão, galera <3

PS: Talvez tenha sido a maior, porém, pior, resenha que eu já fiz aqui hahaha.
PS2: Oi Jen! :D

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